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Mostrando postagens com marcador Peixes. Mostrar todas as postagens
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sábado, 7 de dezembro de 2019

Peixe Morcego

Foto tirada no Aquário de Santos.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Lophiiformes
Família: Ogcocephalidae
Gênero: Ogcocephalus
Espécie: Ogcocephalus vespertilio

O peixe morcego é endêmico da costa brasileira, encontrado principalmente no estado de Sergipe.
É um animal noturno. Durante o dia, fica escondido nas fendas entre as rochas. Alimenta-se de pequenos crustáceos e peixes menores. Quando se desloca parece que está andando, pois apóia-se sobre suas barbatanas peitorais modificadas.
É muito apreciado como peixe de aquário.

domingo, 3 de novembro de 2019

Oscar

Foto tirada no Aquário do Parque da Água Branca.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Perciformes
Família: Cichlidae
Gênero: Astronotus
Espécie: Astronotus ocellatus

Também conhecido como acará-açu, o oscar é originário da Bacia Amazônica, que banha o Peru, Colômbia, Brasil e Guiana Francesa. Seu habitat são os rios de águas rasas, arenosos ou lamacentos. Foi introduzido no Nordeste do Brasil.
 Alimenta-se de pequenos peixes, crustáceos, vermes e larvas de insetos.
Na época da reprodução, o casal cava um buraco no fundo arenoso, onde a fêmea põe cerca de 2 mil ovos. Estes eclodem cerca de 3 a 4 dias depois. Tornam-se adultos com cerca de 10 meses de idade.
O oscar é muito apreciado como peixe ornamental. Não está ameaçado de extinção.

sábado, 24 de agosto de 2019

Peixe Violão

Para conhecer um parente próximo, clique aqui.

Imagem retirada de "O Mundo dos Animais", Editora Nova Cultural

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Chondrichthyes
Ordem: Rajiformes
Família: Rhinobatidae
Gênero: Rhinobatos
Espécie: Rhinobatos rhinobatos

O peixe violão é encontrado desde Angola até o Mar Mediterrâneo. Seu habitat são as áreas arenosas.
Nada próximo ao fundo. Nada devagar e vive parcialmente enterrado. Alimenta-se de pequenos invertebrados marinhos e pequenos peixes.
É um peixe ovovivíparo, ou seja, os ovos são incubados no interior do corpo da fêmea e posteriormente esta dá à luz aos filhotes já formados. A reprodução pode ocorrer duas ao ano. A fêmea dá à luz a 4 a 10 filhotes.
O peixe violão está ameaçado de extinção.

sábado, 3 de agosto de 2019

Tambaqui

Foto tirada no Aquário do Instituto de Pesca no Parque da Água Branca.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Characiformes
Família: Serrasalmidae
Gênero: Colossoma
Espécie: Colossoma macropomum

O tambaqui é originário do Brasil. Foi introduzido em outras partes do mundo para aquacultura. Seu habitat são os cursos de água formados nas matas inundadas.
É tipicamente um peixe amazônico, mas é encontrado em várias partes do Brasil. Normalmente, é um animal solitário. Possui fortes mandíbulas, com elas pode quebrar os alimentos mais duros. Alimenta-se de pequenos invertebrados aquáticos, frutos, grãos, plâncton, folhas e brotos de plantas.
Realiza migração reprodutiva (piracema).
Sua carne é considerada saborosa. É largamente criado para consumo da mesma.

domingo, 7 de julho de 2019

Jundiá

Foto tirada no Aquário do Instituto de Pesca de São Paulo, Parque da Água Branca. Imagem atualizada: bem-te-vi.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Siluriformes
Família: Heptapiteridae
Gênero: Rhamdia
Espécie: Rhamdia quelen

O jundiá é encontrado desde o México até a Argentina. Seu habitat são os rios e lagos de fundo arenoso.
É um animal essencialmente noturno. É um peixe que nada próximo ao fundo. Alimenta-se de pequenos peixes, crustáceos e insetos.
Desova no verão e na primavera. Utiliza-se de locais com água limpa, calma e fundo pedregoso. Dez dias após a postura, os ovos tornam-se larvas. Não apresenta cuidado parental.
É muito apreciado na aquacultura. Sua carne é considerada saborosa.

sábado, 18 de maio de 2019

Piranha Amarela

Foto tirada no Aquário do Parque da Água Branca.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Characiformes
Família: Serrasalmidae
Gênero: Serrasalmus
Espécie: Serrasalmus spilopleura

A piranha amarela é endêmica do Brasil, na Bacia do Rio Guaporé, nos estados do Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Rondônia e São Paulo. Reporta-se que foi encontrada no Rio Paraná, na Argentina.
É considerada um peixe agressivo. Alimenta-se basicamente de pequenos peixes e insetos. Muitas vezes, arranca pedaços de barbatanas e escamas de outros peixes.
A reprodução ocorre na primavera e no verão. O casal constrói um ninho em meio às plantas aquáticas, protegendo os ovos até a eclosão dos alevinos.
É uma fonte de alimento importante para as populações ribeirinhas. Não há muitos dados quanto a seu estado de conservação em natureza.

sábado, 13 de abril de 2019

Raia Pintada de Água Doce

Foto tirada no Aquário de Santos. 


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Chondrichthyes
Ordem: Myliobatiformes
Família: Potamotrygonidae
Gênero: Potamotrygon
Espécie: Potamotrygon falkneri

A raia pintada de água doce é encontrada desde o Paraguai até o Brasil, na bacia do Rio da Prata. Seu habitat são os ambientes de água doce.
É um peixe que nada próximo ao fundo. Por vezes, costuma enterrar-se na lama. Alimenta-se de pequenos moluscos, pequenos peixes e crustáceos.
A reprodução pode ocorrer durante todo o ano. Dá à luz a dois filhotes já formados, após uma gestação de aproximadamente vinte semanas.
Há poucos dados quanto a seu estado de conservação em natureza.

domingo, 31 de março de 2019

Tilápia do Nilo

Foto tirada no Aquário do Instituto de Pesca do Parque da Água Branca.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Perciformes
Família: Cichlidae
Gênero: Oreochromis
Espécie: Oreochromis niloticus

A tilápia do Nilo é originária do norte e oeste da África, mais precisamente na bacia do Nilo. Seu habitat são os ambientes de água doce. 
É um peixe muito resistente. Pode sobreviver em água com pouco oxigênio. Alimenta-se insetos, crustáceos e algas. Sua carne é muito apreciada. Foi introduzida em inúmeros países para consumo humano. 
Apresenta cuidado parental. O casal constrói junto o ninho. Os pais protegem nos filhotes até a eclosão.

domingo, 10 de março de 2019

Moreia verde

Foto tirada no Aquário de Santos.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Anguilliformes
Família: Muraenidae
Gênero: Gymnothorax
Espécie: Gymnothorax funebris

A moreia verde é encontrada desde o Golfo do México até o Brasil. Seu habitat são os recifes de coral, costões rochosos e manguezais.
É um animal noturno e territorial. É agressiva com aqueles que invadem seu território. Alimenta-se de pequenos peixes, moluscos e crustáceos.
A reprodução ocorre de janeiro a fevereiro. É um peixe ovíparo. Cada fêmea põe milhões de ovos. Dos ovos, nascem larvas. Poucas sobrevivem até a idade adulta. A longevidade é desconhecida.
Em algumas localidades, a moreia verde é apreciada como peixe de aquário. Não está ameaçada de extinção.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Peixe Remo

Imagem retirada de "O Mundo dos Animais", Editora Nova Cultural
Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Lampriformes
Família: Regalecidae
Gênero: Regalecus
Espécie: Regalecus glesne

Também conhecido como regaleco, o peixe remo é encontrado no Oceano Atlântico e no Indo-Pacífico, que banham as Américas, Europa, Ásia Oriental e Oceania.
Normalmente, é encontrado em profundidades de cerca de 200 metros.  Ocasionalmente, é visto próximo da superfície do mar. Acredita-se que seja o peixe com o corpo mais longo já descrito. Pode medir até 6 metros de comprimento. Reporta-se que viva em grupos de até 3 indivíduos. Nunca foi encontrado em cardumes. Alimenta-se de pequenos crustáceos, peixes e lulas.
Acredita-se que a reprodução ocorra de julho a dezembro. As larvas podem ser vistas próximo à superfície.
O peixe remo não está ameaçado de extinção.

Curiosidades:

  • Lendas japonesas dizem que quando um peixe remo é encontrado próximo à superfície, um terremoto está prestes a acontecer.
Reportagem sobre o peixe remo: link aqui

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Garoupa de Bossa

Foto tirada no Aquário de Ubatuba.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Perciformes
Família: Serranidae
Gênero: Cromileptes
Espécie: Cromileptes altivelis

A garoupa de bossa é encontrada na Ásia e Oceania, desde o Japão até a Austrália. Seu habitat são os recifes de coral.
 Costuma fugir se sentir ameaçada, porém seus movimentos são lentos. Alimenta-se de pequenos crustáceos e moluscos.
É um peixe que nasce fêmea, mas o indivíduo mais dominante de um ambiente, torna-se macho. Os ovos são postos na água. Não há cuidado parental envolvido.
Em algumas localidades, a garoupa de bossa é criada como peixe de aquário. Infelizmente, está ameaçada de extinção.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Baiacu Pinima

Foto tirada no Aquário de Ubatuba.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Tetraodontiformes
Família: Tetraodontidae
Gênero: Sphoeroides
Espécie: Sphoeroides spengleri

O baiacu pinima é encontrado em quase todo o continente americano, desde os Estados Unidos até o Brasil. Seu habitat são os costões rochosos e recifes de coral.
Como seus parentes, infla o corpo quando ameaçado, ingerindo água e pode ficar com cerca de 3 vezes o seu tamanho original. Mede cerca de 30 centímetros. Alimenta-se de moluscos, crustáceos e equinodermas.
É um peixe ovíparo.
Em algumas localidades, é apreciado como peixe de aquário. Não está ameaçado de extinção.

sábado, 5 de janeiro de 2019

Quimera

Foto tirada no Aquário de Ubatuba.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Chondrichthyes
Ordem: Chimaeriformes
Família: Callorhinchidae
Gênero: Callorhinchus
Espécie: Callorhinchus callorynchus

Também conhecida como peixe elefante, a quimera é encontrada no Uruguai, Argentina e Brasil. Seu habitat é o oceano que banha a costa e a plataforma continental.
Vive a cerca de 400 metros de profundidade. É um peixe demersal, ou seja, vive associado ao fundo oceânico. Alimenta-se de pequenos invertebrados marinhos, como vermes e moluscos. É um animal ovíparo.
A quimera não está ameaçada de extinção.

Curiosidades:

  • Segundo a mitologia grega, quimera era o nome de um monstro que tinha corpo de leão e duas cabeças: uma de leão e outra de bode. Sua cauda terminava em forma de cabeças de cobras.

domingo, 16 de dezembro de 2018

Moreia Pintada

Foto tirada no Aquário de Ubatuba. Para conhecer um parente próximo, clique aqui.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Anguilliformes
Família: Muraenidae
Gênero: Gymnothorax
Espécie: Gymnothorax ocellatus

A moreia pintada é encontrada desde as Grandes Antilhas, até a costa setentrional da América do Sul. Seu habitat são os recifes de coral e estuários.
É um animal noturno. Territorialista, é agressiva com aqueles que invadem seu território. Alimenta-se de pequenos peixes e crustáceos.
É um peixe ovíparo. Dos ovos, nascem larvas que crescem até se tornarem semelhantes aos adultos.
Não possui valor comercial. A moreia pintada não está ameaçada de extinção.

sábado, 17 de novembro de 2018

Esgana Gata de Quinze Espinhos

Última postagem da série "Peixes Esgana Gata".
Imagem retirada de "O Mundo dos Animais", Editora Nova Cultural
Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Gasterosteiformes
Família: Gasteroteidae
Gênero: Spinachia
Espécie: Spinachia spinachia

O esgana gata de quinze espinhos é encontrado no Oceano Atlântico que banha a Europa. Seu habitat são as águas costeiras.
Vive solitário ou em pares. Alimenta-se de pequenos invertebrados marinhos.
A reprodução ocorre de maio a junho. O macho constrói um ninho de algas. A fêmea aproxima-se e põe de 150 a 200 ovos no interior do ninho. Normalmente, ela morre após a postura dos ovos. O macho defende o ninho e os ovos. O pai cuida dos filhotes até que se tornem independentes.Geralmente, ele também morre após o período em que cuidou dos filhotes. Tornam-se adultos com cerca de um ano.
O esgana gata de quinze espinhos não está ameaçado de extinção. 

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Esgana Gata de Nove Espinhos

Mais uma postagem da série "Peixes Esgana Gata".

Imagem retirada de "O Mundo dos Animais", Editora Nova Cultural

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Gasterosteiformes
Família: Gasteroteidae
Gênero: Pungitius
Espécie: Pungitius pungitius

O esgana gata de nove espinhos no Hemisfério Norte, desde o Alasca, passando pela Europa, até o Japão. Seu habitat são os lagos, pântanos e as águas salobras.
Vive em pequenos cardumes. Alimenta-se  plâncton, insetos aquáticos, suas larvas e ovos.
A reprodução ocorre de junho a julho. Nesse período, machos e fêmeas tornam-se agressivos e territoriais. O macho constrói um ninho nas plantas aquáticas. O macho executa uma espécie de "dança" para atrair a fêmea. Caso ela aceite o macho, a fêmea entra no interior do ninho, põe seus ovos e afasta-se. Os ovos eclodem em cerca de 7 dias. O pai cuida tanto dos ovos, quanto dos filhotes. A expectativa de vida é de 5 anos.
O esgana gata de nove espinhos não está ameaçado de extinção.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Esgana Gata de Três Espinhos.

Começando hoje um nova série intitulada "Peixes Esgana Gata".

Imagem retirada de "O Mundo dos Animais", Editora Nova Cultural

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Gasterosteiformes
Família: Gasteroteidae
Gênero: Gasterosteus
Espécie: Gasterosteus aculeatus

O esgana gata de três espinhos é encontrado em quase todo o Hemisfério Norte, desde os Estados Unidos até o Japão. Seu habitat são os rios, lagos, estuários e águas litorâneas.
Vive em pequenos cardumes. Alimenta-se de filhotes de peixes, vermes e insetos.
O acasalamento ocorre na primavera, de abril a julho. Os machos tornam-se particularmente agressivos nesse período, lutando ferozmente pela posse de um território. Estabelecido o território, o macho constrói um ninho na vegetação aquática. Em seguida, executa uma "dança" para atrair uma fêmea. Se a fêmea se sentir atraída pelo macho, ela põe seus ovos no ninho. Na sequência, o macho fertiliza os ovos. Uma vez que os ovos foram fertilizados, o macho expulsa a fêmea e cuida sozinho dos ovos e dos filhotes. A incubação dos ovos dura de 5 a 10 dias. Os filhotes são cuidados pelo pai por cerca de duas semanas. Tornam-se adultos com 1 a 2 anos de idade. A expectativa de vida é de 5 anos, na natureza e de 8 anos, em cativeiro.
O esgana gata de três espinhos não está ameaçado de extinção.

domingo, 28 de outubro de 2018

Pirarara

Foto tirada no Aquário de Ubatuba.


Classificação: 
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Siluriformes
Família: Pimelodidae
Gênero: Phractocephalus
Espécie: Phractocephalus hemeliopterus

A pirarara é encontrada na Bacia Amazônica. Seu habitat são os canais dos médios e grandes rios.
Vive próximo ao fundo dos rios. É um animal onívoro. Alimenta-se de crustáceos, outros peixes e frutas. Realiza migração reprodutiva.
A pirarara é muito apreciada na pesca comercial e muito criada na piscicultura. É considerada por muitos pescadores, um peixe bem "briguento".

sábado, 6 de outubro de 2018

Peixe Sapateiro

Imagem retirada da Internet

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Scorpaeniformes
Família: Platycephalidae
Gênero: Platycephalus
Espécie: Platycephalus bassensis

O peixe sapateiro é endêmico da Austrália. Seu habitat é próximo à costa.
É um peixe demersal, ou seja, vive próximo ao fundo arenoso. Normalmente, é um animal solitário. Alimenta-se de crustáceos e pequenos peixes. Possui espinhos venenosos em seu dorso. Algumas vezes, pode causar acidentes em humanos que por ventura pisem nele.
Há poucas informações quanto ao seu estado de conservação na natureza.

sábado, 22 de setembro de 2018

Peixe das Cavernas do Norte

Imagem retirada de "O Mundo dos Animais", Editora Nova Cultural

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Percopsiformes
Família: Amblyopsidae
Gênero: Amblyopsis
Espécie: Amblyopsis spelaea

O peixe das cavernas do norte é endêmico dos Estados Unidos. Seu habitat são os cursos de água no interior de cavernas.
À primeira vista, parece ser desprovido de olhos, mas eles são cobertos por uma camada espessa de pele. Olhos não são necessários no ambiente em que vive. O corpo possui inúmeras papilas sensoriais que lhe permitem perceber movimentos na água. Alimenta-se basicamente de pequenos crustáceos aquáticos. Seu metabolismo é lento. Pode passar longos períodos sem se alimentar.
Sua taxa de reprodução também é lenta. Os ovos são incubados no interior das brânquias da fêmea.
O peixe das cavernas do norte não está ameaçado de extinção.