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domingo, 2 de abril de 2017

Lithobates septentrionalis



Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Anfíbios
Ordem: Anura
Família: Ranidae
Gênero: Lithobates 
Espécie: Lithobates septentrionalis

Esta espécie de rã é encontrada no Canadá e nos Estados Unidos. Seu habitat são os rios, córregos, lagos e pântanos.
Normalmente, é encontrada próximo a curso de água permanentes. Vive escondida em meio à vegetação aquática. Os adultos alimentam-se de insetos, aranhas e caracóis. Os girinos comem algas.
A reprodução ocorre de maio a agosto. Nesta época, os machos vocalizam para chamar a atenção das fêmeas. São postos de 500 a 4000 ovos por vez. Dos ovos, surgem girinos que, em seguida se tornam pequenas rãs, tornando-se adultas por volta dos dois anos de idade. A expectativa de vida é de cerca de seis anos.
A rã Lithobates septentrionalis não está ameaçada de extinção.

sexta-feira, 31 de março de 2017

Iguana do Deserto

Imagem retirada da Internet

Classificação: 
Filo: Cordados
Classe: Répteis
Ordem: Squamata
Família: Iguanidae
Gênero: Dipsosaurus
Espécie: Dipsosaurus dorsalis

Esta espécie de iguana é encontrada nos Estados Unidos e México. Como o nome sugere, seu habitat são os desertos.
É um animal diurno e bem tolerante às altas temperaturas do deserto. Acredita-se que os hábitos diurnos sejam uma boa defesa contra predadores. Os machos costumam ser bem agressivos quando se trata de assuntos territoriais. Alimenta-se basicamente de folhas, frutas e flores. Ocasionalmente, come insetos.
A reprodução ocorre de maio a junho. Nesta época, os machos lutam ferozmente pelo direito de acasalar com as fêmeas. Os machos costumam permitir que apenas as fêmeas circulem pelos seus territórios. Cada fêmea põe de 3 a 8 ovos por vez, num buraco na areia. Não se conhece o período de incubação e nem aspectos relacionados ao desenvolvimento dos filhotes. A expectativa de vida é de cerca de 7 anos.
A iguana do deserto não está ameaçada de extinção.

terça-feira, 28 de março de 2017

Chrysaora hysoscella

O nome em inglês dessa espécie de água-viva é "compass jellyfish", o que significa "água-viva bússola", em tradução livre.

Imagem retirada da Internet
Classificação:
Filo: Cnidaria
Classe: Scyphozoa
Ordem: Semaeostomeae
Família: Pelagiidae
Gênero: Chrysaora
Espécie: Chrysaora hysoscella

Esta espécie de água-viva é encontrada no Oceano Atlântico, costa da África e Mar Mediterrâneo. Seu habitat são a plataforma continental e as regiões costeiras.
Vive em águas frias e temperadas. Normalmente, é  vista flutuando na superfície da água. Alimenta-se de plâncton, pequenos crustáceos e invertebrados marinhos, que captura com seus tentáculos que lembram cílios.
Não há muitos dados sobre sua reprodução. Pode reproduzir-se sexuadamente ou assexuadamente. A reprodução sexuada ocorre durante a fase adulta, em que indivíduos machos e fêmeas lançam suas células reprodutivas na água. A união dessas células forma uma larva chamada plânula, que em poucos dias se fixa no substrato para continuar seu desenvolvimento. A fêmea costuma proteger suas larvas.  A reprodução assexuada ocorre por fragmentação do corpo do animal. A expectativa de vida é de cerca de um ano.
Não há dados consistentes sobre seu estado de conservação na natureza.

domingo, 26 de março de 2017

Gavião do Mar

Imagem retirada da Internet

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Chondrichthyes
Ordem: Myliobatiformes
Família: Myliobatidae
Gênero: Rhinoptera
Espécie: Rhinoptera bonasus

Esta espécie de raia é encontrada no Atlântico Oriental, em países como Mauritânia, Senegal e no Atlântico Ocidental, em países como México e Estados Unidos. Migra para Trinidad, Brasil, Venezuela e Uruguai. Seu habitat são as águas tropicais oceânicas.
É frequentemente encontrada próximo à costa. É um peixe que nada em uma porção intermediária entre o fundo oceânico e a coluna d'água. Alimenta-se de moluscos e pequenos invertebrados marinhos.
É um peixe ovovivíparo. A mãe dá à luz a filhotes já formados.
O gavião do mar é muito apreciado como peixe ornamental e não está ameaçado de extinção.

sábado, 25 de março de 2017

Bicho-pau Americano

Imagem retirada da Internet

Classificação:
Filo: Artrópodes
Classe: Insecta
Ordem: Phasmida
Família: Diapheromeridae
Gênero: Diapheromera
Espécie: Diapheromera femorata

Este inseto é encontrado nos Estados Unidos e Canadá. Seu habitat são as florestas, áreas cultivadas e jardins.
Caracteriza-se pelo corpo alongado que lembra um graveto. Utiliza-se principalmente deste recurso para se defender dos predadores. Fica imóvel na maior parte do tempo, tornando-se praticamente invisível.
Alimenta-se basicamente de folhas de árvores.
Reproduz-se uma vez ao ano, do final de agosto ao final de outubro. Não se conhece muito sobre seus hábitos reprodutivos. Sabe-se que a fêmea põe cerca de 400 ovos, com período de incubação de 11 a 17 dias. Passa por 3 estágios de desenvolvimento: ovo, ninfa e adulto. Não forma pupas entre o estágio de ninfa e adulto. Torna-se adulto com cerca de 80 dias de idade. A expectativa de vida é desconhecida.
O bicho-pau americano não está ameaçado de extinção, mas os cientistas acreditam que a destruição das florestas pode torná-lo uma espécie rara, em um futuro próximo.

terça-feira, 21 de março de 2017

Pato Mallard

Foto tirada no Zoológico de Sorocaba.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Aves
Ordem: Anseriformes
Família: Anatidae
Gênero: Anas
Espécie: Anas platyrhynchos

Esta bela ave é encontrada em várias partes do mundo, incluindo Oceania, Ásia, África e América do Sul. Seu habitat são as florestas, savanas e a taiga.
Prefere viver próximo a cursos de água como lagos, rios e pântanos. Alimenta-se de plantas, insetos, vermes e caracóis. Muitas vezes, aproveita-se de lavouras, alimentando-se delas.
O macho possui a plumagem mais vistosa. A reprodução ocorre no final de outubro. A fêmea constrói o ninho próximo a um curso de água. São postos de 9 a 13 ovos por vez, com período de incubação de 26 a 28 dias. Logo que nascem, os filhotes são levados pela mãe até a água. Após a temporada de reprodução, o pato mallard migra para regiões mais quentes, em grandes grupos. A expectativa de vida é de cerca de 25 anos.
O pato mallard não está ameaçado de extinção.

domingo, 19 de março de 2017

Dingo

Imagem atualizada.
Não costumo postar subespécies, mas o animal que estou postando hoje é bem relevante.
Imagem retirada de "O Mundo dos Animais", Editora Nova Cultural
Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Mamíferos
Ordem: Canivora
Família: Canidae
Gênero: Canis
Espécie: Canis lupus
Subespécie: Canis lupus dingo

O dingo é o único mamífero que não é marsupial, nativo do continente australiano. Ele descende de cães que foram trazidos por grupos de viajantes indonésios e do sudoeste da Ásia, há cerca de quatro mil anos atrás. Acredita-se que grupos desses cães foram abandonados e se reverteram ao estado selvagem.
É encontrado na Austrália, Laos, Malásia e Filipinas. Seu habitat são as florestas, montanhas, planícies, áreas rurais e subúrbios. 
Vive em pequenos grupos de até 12 indivíduos, liderados por um casal dominante. É um animal tipicamente noturno. Alimenta-se basicamente de mamíferos terrestres, mas também come pequenos répteis, pequenas aves e frutas. Também costuma atacar gado e ovelhas domésticas. A exemplo do lobo, o dingo também uiva, não late como os cães domésticos.
Apenas o casal dominante costuma se reproduzir. Caso alguma fêmea de hierarquia inferior tenha filhotes, estes são mortos pela fêmea dominante. A época da reprodução varia conforme a região em que vive. Na Austrália, ocorre de março a abril e na Ásia de agosto a setembro. A fêmea dá à luz de um a dez filhotes, após um período de gestação de 63 dias. Os filhotes são cuidados pelo grupo até cerca de 4 meses de idade, quando se tornam independentes. Tornam-se adultos com cerca de 22 meses de idade. A expectativa de vida é de cerca de dez anos. O dingo está ameaçado de extinção. Em algumas localidades, é considerado uma peste.

Curiosidades:
  • Por muito tempo, acreditou-se que o dingo fosse uma espécie distinta, mas análises de DNA revelaram que ele é uma subespécie de lobo, assim como o cão doméstico. 
  • Em 1940, foi construída uma grande cerca para isolar os dingos dos rebanhos de animais domésticos. Foram gastos cerca de 10 milhões de dólares nesse projeto.