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terça-feira, 22 de março de 2016

Urubu Preto

Mais uma postagem da série "Animais Mascotes dos Esportes". A ave de hoje é o mascote do clube carioca Flamengo.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Aves
Ordem: Cathartiformes
Família: Cathartidae
Gênero: Coragyps
Espécie: Coragyps atratus

Conhecido também como urubu de cabeça preta ou urubu comum, o urubu preto é encontrado em todo o Brasil, América do Sul e Estados Unidos, onde haja fazendas, cidades e áreas abertas. É facilmente encontrado em depósitos de lixo.
É uma das mais agressivas entre as espécies de urubus. É de conhecimento geral que é uma ave saprófaga, isto é,  que se alimenta de animais mortos. Ataca também animais vivos, incapazes de fugir. Também come ovos. Voa muito bem, beneficia-se das correntes de ar para planar e gastar menos energia. Depende principalmente da visão para localizar sua comida.
Faz seu ninho em ocos de árvores mortas, entre pedras ou em outros locais abrigados. Põe dois ovos branco-azulados com manchas marrons, com período de incubação de 35 dias. Sua expectativa de vida é de cerca de 25 anos.
É uma ave que soube se beneficiar da atividade humana. Sua ocorrência tem aumentado bastante com a expansão humana.


domingo, 20 de março de 2016

Capivara

Nova série, desta vez intitulada "Animais Mascotes dos Esportes".
Imagem retirada da Internet

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Mamíferos
Ordem: Rodentia
Família: Caviidae
Gênero: Hydrochoerus 
Espécie: Hydrochoerus hydrochaeris

Este enorme roedor é tipicamente sul-americano. É encontrado no Brasil, Venezuela, Colômbia, Uruguai e Argentina. Seu habitat são as áreas alagadas e pântanos.
Gosta de áreas onde a água é de fácil acesso. Vive em grupos de até 30 indivíduos, liderados por um macho dominante, que também é responsável pela proteção de seu território. Viver em grupo é importante para sua sobrevivência. É uma ótima nadadora, mas também se movimenta muito bem em terra. É herbívora. Alimenta-se de grama, grãos, nozes, sementes, cascas de árvores, folhas e frutas.
Reproduz-se durante o ano todo. O macho dominante reproduz-se com as fêmeas do seu grupo. Cada fêmea pode gerar de 2 a 8 filhotes, num período de gestação de 150 dias. Os filhotes tornam-se independentes aos 12 meses e adultos aos 18 meses de idade. Sua longevidade é de cerca de 6 anos.
A capivara não está ameaçada de extinção.

Curiosidades:
  • A capivara é caçada para obtenção de carne e pele. Segundo os católicos, sua carne pode ser consumida em alternativa à carne bovina e suína, na Quaresma. Segundo alguns líderes, a capivara, sendo um animal aquático, teria a carne semelhante ao peixe.
  •  Em meados de 2008, as lagoas da Universidade de Viçosa, em Minas Gerais, foram ocupadas por mais de 100 capivaras.  Os animais se reproduziam rapidamente e com eles trouxeram carrapatos. A solução foi um projeto de esterilização das capivaras e combate aos carrapatos. Assim, a capivara tornou-se o mascote do time de futebol americano da Universidade de Viçosa, o UFV Capivaras.

sábado, 19 de março de 2016

Cação Anjo do Pacífico

Para ler uma postagem sobre um parente próximo, clique aqui.
Imagem retirada da Internet

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Chondrichthyes
Ordem: Squatininiformes
Família: Squatinidae
Gênero: Squatina
Espécie: Squatina californica

Esta espécie de peixe cartilaginoso é encontrada no Oceano Pacifico, desde a Costa Rica até o Chile e desde o Alasca até o golfo da Califórnia. Seu habitat são as águas oceânicas temperadas e tropicais.
É um peixe que vive no fundo oceânico. É frequentemente encontrado próximo ao litoral, nos bancos de areia e recifes. Tem hábitos noturnos. Mimetiza com a areia, esperando que uma potencial presa se aproxime para abocanhá-la. Alimenta-se de pequenos peixes, moluscos e crustáceos.
O peixe anjo do Pacífico se reproduz uma vez por ano, de maio a agosto. É ovovivíparo. São gerados de 1 a 13 filhotes por vez, após um período de gestação de 10 meses. Pouco se sabe sobre seu desenvolvimento. Torna-se adulto por volta dos oito de idade. A expectativa de vida é de cerca de 30 anos.
Felizmente, o cação anjo do Pacífico ainda não está ameaçado de extinção.

domingo, 13 de março de 2016

Velella velella

Imagem retirada da Internet

Classificação:
Filo: Cnidaria
Ordem: Hydrozoa
Classe: Anthoathecata
Família: Porpitidae
Gênero: Velella
Espécie: Velella velella

Esta espécie de água-viva é encontrada em alto-mar, nos oceanos Atlântico e Pacífico, flutuando na superfície. 
Na verdade, a água-viva Velella velella é constituída de uma colônia de pequenos organismos que vivem juntos. Possui células venenosas que reagem ao toque. É carnívora e se alimenta de zooplâncton.
É hermafrodita. Reproduz-se eliminando as células reprodutivas masculinas e femininas na água. A união das células reprodutivas forma larvas chamadas "plânulas" que eventualmente se tornam  indivíduos adultos. 
A água-viva Velella velella não chega a ser perigosa para o ser humano, mas deve-se evitar contato com os olhos, após manusear o animal.

sábado, 12 de março de 2016

Píton Birmanesa

Foto atualizada. Tirada no Zoológico de São Paulo.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Répteis
Ordem: Squamata
Família: Pythonidae
Gênero: Python
Espécie: Python bivittatus

Esta espécie de cobra é encontrada no sudeste e sudoeste asiático. Seu habitat são as florestas, mangues, pântanos e rios. Foi introduzida nos Estados Unidos para ser criada como animal de estimação..
É um animal basicamente noturno. Mata suas presas por constrição. A cobra se enrola em torno do corpo da vítima e esta morre por sufocamento. Suas principais presas são mamíferos, aves, répteis e anfíbios. A píton é uma ótima nadadora e escaladora. 
A reprodução ocorre entre dezembro e fevereiro. São postos de 80 a 100 ovos por vez, com período de incubação de cerca de 60 dias. A mãe vigia os ovos até que eles eclodam.
A píton birmanesa é considerada um espécie em extinção na Ásia. Porém, sua população cresce descontroladamente nos Estados Unidos, porque consegue atacar animais como jacarés e compete por alimento com as espécies nativas. Muitas das pítons criadas como animais de estimação, ou foram soltas pelos donos, ou fugiram do cativeiro.

Curiosidades:
  •  Estudos recentes revelaram que a pressão sanguínea da presa aumenta consideravelmente durante a constrição. 


domingo, 6 de março de 2016

Sphaenorhynchus canga

Imagem retirada do jornal "Folha de São Paulo", 07/02/2016


Classificação:
Filo: Cordados
Ordem: Anfíbios
Classe: Anura
Família: Hylidae
Gênero: Sphaenorhynchus 
Espécie: Sphaenorhynchus canga 


Esta espécie de perereca é endêmica do Brasil. É encontrada somente no estado de Minas Gerais. Diferente das outras espécies de sua família, não vive em árvores, mas em regiões abertas com poucas árvores.
Passa a maior parte do tempo na água, no interior de lagoas. Os machos coaxam para atrair as fêmeas na época do acasalamento. Os girinos se desenvolvem no interior das lagoas.
Os cientistas acreditam que a perereca  Sphaenorhynchus canga, recém-descoberta, já esteja ameaçada de extinção, devido à destruição de seu habitat para extração de minério de ferro. Seu nome científico faz referência às cangas, que são encostas ricas em minério de ferro que abrigam os lagos onde vive o animal.

sábado, 5 de março de 2016

Gaio Azul

Acho que os amantes de beisebol vão gostar bastante dessa postagem.
Imagem retirada da Internet
Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Corvidae
Gênero: Cyanocitta 
Espécie: Cyanocitta cristata

Este pássaro é encontrado no sul do Canadá e nos Estados Unidos a leste dos Estados Unidos. Seu habitat são as florestas, principalmente nas clareiras. Também é encontrado nas áreas suburbanas e parques.
É uma ave bem barulhenta, agressiva e territorial. Frequentemente, disputa com outras aves por alimento e território. Migra para locais mais quentes quando o inverno está próximo. É onívoro. Alimenta-se de frutas, nozes, ratos, rãs e ovos de  aves. Também rouba comida de outras aves. Estoca alimento para uso futuro. É um animal muito inteligente. Para abrir nozes, segura com as patas e  as quebra com o bico.
Forma casais fixos para a vida inteira. A reprodução ocorre de março a julho. Constrói seu ninho com cascas de árvores, gravetos, folhas e grama. A fêmea põe 6 ovos por vez, com período de incubação de 17 a 18 dias. Ambos os pais participam da criação dos filhotes, que se tornam independentes aos 3 meses. Tornam-se adultos com um ano de idade. A expectativa de vida é de cerca de 17 anos. O gaio azul não está ameaçado de extinção.

Curiosidades;

  • O  nome do gaio azul em inglês é "blue jay". Ele é o mascote do time de beisebol canadense "Toronto Blue Jays".