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sábado, 10 de dezembro de 2016

Chacal de Dorso Negro

Mais uma postagem da série "Caninos da África"...

Foto fornecida pelo biólogo Rodrigo Santin Alves.



Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Mamíferos
Ordem: Carnivora
Família: Canidae
Gênero: Canis
Espécie: Canis mesomelas

Esta espécie de chacal recebe o nome popular devido à faixa escura que tem em seu dorso. É encontrado em vários países da África, entre eles: África do Sul, Namíbia, Botsuana, Zimbábue, Quênia, Somália e Etiópia. Seu habitat são as florestas, savana e áreas urbanas.
É um animal tanto noturno quanto diurno. É bastante territorial. Costuma ser bastante agressivo quando defende seu território.  Quando habita a zona urbana, é predominantemente noturno. Pode ser visto revirando latas de lixo, em busca de comida. Normalmente, alimenta-se de pequenos mamíferos, aves e insetos. Algumas vezes, ataca animais domésticos como cães, ovelhas e galinhas. Muitas vezes, aproveita-se dos restos de presas de carnívoros maiores. Também come sementes, nozes e frutas.
Forma casais para a vida inteira. A reprodução ocorre de maio a agosto. São gerados de 1 a 7 filhotes por vez, num período gestacional de aproximadamente 60 dias. Os filhotes são cuidados pelos pais no interior de uma toca. Tornam-se adultos por volta dos 11 meses de idade. A expectativa de vida é de cerca de 14 anos.
O chacal de dorso negro não está ameaçado de extinção.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Chacal Listrado

Mais uma postagem da série: "Caninos da África"...

Imagem retirada da Internet
Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Mamíferos
Ordem: Carnivora
Família: Canidae
Gênero: Canis
Espécie: Canis adustus

O chacal listrado é encontrado no oeste e centro da África. Seu habitat são as florestas e as savanas.
Vive sozinho ou aos pares, raramente em grupo. Tem hábitos noturnos. É um animal territorial. Usa vocalização para determinar a extensão do território e para se comunicar com outros animais. É onívoro. Sua dieta varia conforme a região em que vive. Alimenta-se de insetos, frutas, pequenos mamíferos e aves. Não despreza carniça. 
Forma casais fixos para a vida inteira. A reprodução ocorre durante a estação chuvosa, de julho a outubro. A fêmea dá à luz a de 3 a 6 filhotes por vez, num período de gestação de 57 a 70 dias. A mãe amamenta seus filhotes por até dez semanas. Os filhotes tornam-se adultos com cerca de 8 meses de idade. A expectativa de vida é de cerca de 10 anos.
O chacal listrado não está ameaçado de extinção.

Curiosidades:
  • Algumas comunidades tribais africanas acreditam que as unhas e pele do chacal listrado serviriam para afastar maus espíritos. 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Raposa de Orelha de Morcego

Nova série: Caninos da África!

Imagem retirada da Internet

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Mamíferos
Ordem: Carnivora
Família: Canidae
Gênero: Otocyon
Espécie: Otocyon megalotis

Esta espécie de raposa é encontrada na Etiópia, Sudão,Tanzânia, Angola e África do Sul. Seu habitat são as savanas.
Destaca-se por suas grandes orelhas. Normalmente, vive em pequenos grupos, compostos por um casal de animais adultos e seus filhotes. Tem hábitos essencialmente noturnos. Alimenta-se de insetos, pequenos mamíferos e aves, répteis e ovos. Passa o período diurno em tocas cavadas no chão.
A maioria de seus hábitos reprodutivos nunca foi vista em natureza, mas em cativeiro. A reprodução ocorre de setembro a novembro. A fêmea dá à luz de 2 a 6 filhotes por vez, num período de gestação de 60 a 70 dias. Nos primeiros dias de vida, os filhotes são criados dentro da toca. Tornam-se adultos por volta dos 8 meses. A expectativa de vida é de cerca de 13 anos.
A raposa de orelha de morcego não está ameaçada de extinção. 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Cobra Parelheira

Foto tirada no Zoológico de Sorocaba.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Répteis
Ordem: Squamata
Família: Colubridae
Gênero: Philodryas
Espécie: Philodryas patagoniensis

Esta espécie de serpente é encontrada no Brasil, Argentina, Peru e Bolívia. Seu habitat são as matas e campos.
Animal diurno, tem hábitos predominantemente terrícolas. Alimenta-se de pequenos mamíferos, peixes, anfíbios aves e répteis. Às vezes, ataca animais da mesma espécie.
A desova ocorre de novembro a janeiro. Ovípara, põe de 6 a 12 ovos, com período de incubação de 65 a 75 dias.
A cobra parelheira não está ameaçada de extinção.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Beija-flor da Fronte Violeta

Foto fornecida pelo biólogo Luciano Zandoná.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Aves
Ordem: Apodiformes
Família: Trochilidae
Gênero: Thalurania
Espécie: Thalurania glaucopis

Esta espécie de beija-flor é encontrada no Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Seu habitat são as florestas altas, capoeiras e jardins.
Durante suas horas de atividade costuma ser muito agressivo. Alimenta-se basicamente de néctar de flores. Já foi observado caçando pequenos insetos e aranhas enquanto voa. Pousa num galho fino para dormir.
Durante a época do acasalamento, o macho executa ao redor da fêmea, pousada, voos semicirculares nos quais exibe suas penas. Normalmente, faz seus ninhos próximo a bambuzais.
O beija-flor da fronte violeta não está ameaçado de extinção.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Uca minax

O nome em inglês desta espécie de caranguejo é "red joint-fiddler", o que significa "caranguejo violinista vermelho", em tradução livre.

Imagem retirada da Internet
Classificação:
Filo: Artrópodes
Classe: Malacostraca
Ordem: Decapoda
Família: Ocypodidae
Gênero: Uca
Espécie: Uca minax

Esta espécie de caranguejo é encontrada nos Estados Unidos. Seu habitat são as praias e próximo à costa.
Cada indivíduo cava uma toca na areia, onde fica protegido dos predadores. Os machos diferem das fêmeas por possuírem uma das garras em tamanho bem maior. As fêmeas possuem garras do mesmo tamanho. O caranguejo revolve o sedimento em busca de nutrientes, normalmente restos de algas e outros animais marinhos. Algumas vezes, come outros indíviduos da mesma espécie.
A reprodução ocorre no verão. Os machos exibem sua garra grande para chamar a atenção das fêmeas. Na época da reprodução, o macho cava uma toca adicional para usar como "local de acasalamento". Usando sua grande garra, o macho atrai a fêmea para o interior de sua toca. Dentro dela, ocorre o acasalamento. A fêmea sai da toca para pôr os ovos na água.
O caranguejo Uca minax não está ameaçado de extinção.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Sapo Garimpeiro

Imagem retirada da Internet

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Anfíbios
Ordem: Anura
Família: Dendrobatidae
Gênero: Dendrobates
Espécie: Dendrobates tinctorius

Este anfíbio é encontrado em Suriname, Guiana e norte do Brasil. Seu habitat são as florestas tropicais.
Vive normalmente em terra, próximo a cursos d'água. É um animal de hábitos diurnos, territorial e agressivo. Costuma atacar outros indivíduos que invadem seu território. Alimenta-se basicamente de insetos e outros artrópodes. Acredita-se que seu veneno se origine de alguns insetos (como formigas), dos quais se alimenta.
A reprodução ocorre na época das chuvas, em fevereiro e março. Nessa época, os machos vocalizam para chamar a atenção das fêmeas. Estas tentam localizar o macho que está emitindo o chamado. Localizado o pretendente, elas lutam pelo direito de acasalar com o macho escolhido. O acasalamento também é um ritual agressivo. Os ovos postos pela fêmea são incubados em cerca de 14 a 18 dias. Os girinos tornam-se adultos em até 12 semanas. A expectativa de vida é de 4 a 6 anos em liberdade e 10 a 12 anos em cativeiro.
O sapo garimpeiro não está ameaçado de extinção.