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sábado, 24 de setembro de 2016

Mariposa Caveira

Como prometido, a centésima postagem de 2016.
Imagem retirada de "O Fascinante Mundo Animal", IMP Online

Classificação:
Filo: Artrópodes
Classe: Insecta
Ordem: Lepidoptera
Família: Sphingidae
Gênero: Acherontia
Espécie: Acherontia atrapos

Esta espécie de mariposa recebe o nome popular devido à mancha existente em seu tórax. É encontrada em toda a África e grande parte do Oriente Médio. Seu habitat são as matas e áreas cultivadas.
É um animal de hábitos noturnos. O adulto alimenta-se de mel e seiva de árvores. Possui uma "tromba" muito curta que a impossibilita de extrair o néctar da maioria das flores. Normalmente, invade colmeias para se alimentar de mel. As abelhas não atacam a mariposa caveira, pois acredita-se que ela produza substâncias que confundem as abelhas. As larvas se alimentam de folhas de plantas. Algumas vezes, causam prejuízos à lavoura.
A reprodução ocorre duas vezes por ano. A fêmea põe centenas de ovos debaixo das folhas. Dos ovos, desenvolvem-se lagartas. Após cincos estágios de crescimento, a lagarta procura um local adequado no solo para se tornar pupa. Em climas temperados, durante o inverno, geralmente a mariposa caveira permanece no estágio de pupa, emergindo apenas na primavera seguinte.
A mariposa caveira não está ameaçada de extinção.

Curiosidades:
  • Devido ao som que emite, a mariposa caveira foi associada ao azar e ao fato de atrair maldições. Porém, ela é inofensiva.

domingo, 18 de setembro de 2016

Lithobates heckscheri

O nome em inglês deste animal, é “river frog”, que significa “rã de rio”, em tradução livre.
 
Imagem retirada da Internet
Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Anfíbios
Ordem: Anura
Família: Ranidae
Gênero: Lithobates
Espécie: Lithobates heckscheri

Este anfíbio é endêmico dos Estados Unidos. Seu habitat são os rios, lagos e pântanos.
Prefere viver em áreas abertas e com pouca vegetação. Passa a maior parte do tempo na água. Alimenta-se principalmente de pequenos invertebrados. Ocasionalmente, come outros anfíbios menores.
A reprodução ocorre de abril a julho. Os machos vocalizam para atrair a atenção das fêmeas da região. Os machos maiores tendem a se sobressair sobre os machos menores. Assim que a fêmea põe os ovos, imediatamente são fertilizados pelo macho. O ovos aderem à vegetação  aquática e pouco tempo depois, se transformam em girinos. Sua metamorfose dura cerca de um ano.
A rã Lithobates hackscheri não está ameaçada de extinção. É um animal importante para o controle de insetos nocivos.

sábado, 17 de setembro de 2016

Saíra Militar

Apresento o resultado da enquete que tinha a finalidade de decidir qual seria o centésimo animal de 2016. Foram 7 votos no total. A borboleta cauda de andorinha, a borboleta apolo e a mariposa indiana noturna ficaram empatadas com um voto cada. O inseto vencedor foi a mariposa caveira com 4 votos. Então, a mariposa caveira será tema da centésima postagem de 2016. Obrigado a todos que votaram e a todos que visitam meu blog.

Foto tirada na Exposição de Parques Nacionais da Amazônia, na Estação Clínicas do Metrô de São Paulo


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Thraupidae
Gênero: Tangara
Espécie: Tangara cyanocephala

Esta bela ave é encontrada no Paraguai, Argentina e Brasil, ocorrendo no Sul, Sudeste e Nordeste do nosso país.
Vive em pares ou em pequenos grupos. Alimenta-se de frutas, insetos, larvas e néctar de flores. Frequenta pomares. Normalmente, é vista alimentando-se em pequenos arbustos e até na vegetação rasteira.
A reprodução ocorre de setembro a dezembro. O ninho é em formato de taça. Normalmente, nidifica próximo a bromélias ou plantas epífitas, à média ou elevada altura. São postos 3 ovos por vez. Os filhotes são cuidados pelo casal.
Felizmente, a saíra militar não está ameaçada de extinção.

domingo, 11 de setembro de 2016

Raia Torpedo

Imagem retirada da Internet

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Chondrichthyes
Ordem: Torpediniformes
Família: Torpedinidae
Gênero: Torpedo
Espécie: Torpedo marmorata

Também conhecida como tremelga, esta espécie de raia de água salgada é encontrada nos Oceanos Atlântico e Pacífico. Seu habitat são as "florestas de algas" e recifes de coral.
É um peixe de hábitos noturnos. Passa boa parte do tempo enterrada na areia do leito oceânico. Alimenta-se de pequenos peixes e crustáceos. Avistada a presa, salta sobre ela e desfere uma descarga elétrica de 200 volts que atordoa a vítima. Após o ataque, a presa é ingerida sem grande dificuldade.
É uma espécie ovovivípara. A mãe dá à luz de 5 a 32 filhotes por vez.
A raia torpedo está ameaçada de extinção. É muito apreciada como peixe ornamental.

sábado, 10 de setembro de 2016

Caninana

Foto tirada na Exposição de Parques Nacionais da Amazônia, na Estação Clínicas do Metrô de São Paulo.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Répteis
Ordem: Squamata
Família: Colubridae
Gênero: Spilotes
Espécie: Spilotes pullatus

Esta serpente não-venenosa é encontrada da América Central à América do Sul. Seu habitat é em meio a árvores e arbustos, próximo a cursos de água.
É a maior serpente da Mata Atlântica. É ativa durante o dia. Movimenta-se com desenvoltura tanto no chão quanto no alto das árvores. Alimenta-se de pequenos mamíferos, aves e seus filhotes, rãs, lagartos e cobras menores.
O acasalamento ocorre na metade do inverno. Nesse período, os machos lutam pelo direito de acasalar com as fêmeas. Na primavera, são postos de 15 a 18 ovos. O período de incubação é de cerca de 73 dias.
A caninana não está ameaçada de extinção.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Perereca de Moldura

Foto tirada na Exposição de Parques Nacionais da Amazônia, na Estação Clínicas do Metrô de São Paulo.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Anfíbios
Ordem: Anura
Família: Hylidae
Gênero: Dendropsophus
Espécie: Dendropsophus elegans

Este anfíbio é endêmico do Brasil. Seu habitat são as florestas primárias e secundárias.
É normalmente encontrada próxima a cursos de água, permanentes ou não. Frequentemente, é encontrada no interior de bromélias. Alimenta-se basicamente de insetos. Também pode virar alimento de outros animais maiores, devido ao seu reduzido tamanho.
A reprodução ocorre durante quase todo o ano. Os machos defendem seu território de rivais. Vocalizam tanto para defender seu território, como para atrair as fêmeas. Algumas vezes, se vocalizar não afugentar seu rival, o macho parte para o confronto físico. O acasalamento ocorre na água. Os ovos são postos na água. As larvas vivem na água até completarem seu desenvolvimento.
A perereca de moldura não está ameaçada de extinção.

domingo, 4 de setembro de 2016

Microtus pennsylvanicus

Seu nome em inglês é "meadow vole", que significa "ratazana da campina", em tradução livre.

Imagem retirada da Internet

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Mamíferos
Ordem: Rodentia
Família: Cricetidae
Gênero: Microtus
Espécie: Microtus pennsylvanicus

Este roedor é encontrado nos Estados Unidos e Canadá. Seu habitat são as campinas, gramados e próximo a rios e lagos.
No verão é mais ativo durante a noite. No inverno, é mais ativo durante o dia . Normalmente, é um animal agressivo.  As fêmeas são mais territoriais do que os machos. Elas defendem ferozmente o seu território de invasores. Alimenta-se de insetos. folha, raízes, cascas de árvores, sementes e frutas.
Sua expectativa de vida é de cerca de 1 ano. Seus hábitos reprodutivos são praticamente desconhecidos da Ciência.
Não é um animal ameaçado de extinção. Em algumas localidades, onde é abundante, é considerado uma peste, causando problemas em plantações.