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domingo, 10 de dezembro de 2017

Bicho-pau Sul-americano

Foto tirada no Zoológico de São Paulo. Para conhecer um inseto semelhante, clique aqui.


Classificação:
Filo: Artrópodes
Classe: Insecta
Ordem: Phasmida
Família: Phasmidae
Gênero: Phibalosoma
Espécie: Phibalosoma phyllinium

Esta espécie de bicho-pau é encontrada no leste e norte da América do Sul. Seu habitat são as florestas tropicais.
Conhecido pelo formato do seu corpo e sua excelente camuflagem, passa a maior parte do tempo imóvel, para que não seja percebido pelos seus predadores. Pode também produzir um líquido leitoso  e repugnante para se defender dos inimigos. Também pode regenerar membros perdidos. É herbívoro e de hábitos noturnos. Alimenta-se principalmente de folhas e brotos.
As fêmeas põem seus ovos no solo. A incubação dura de 100 a 150 dias. Dos ovos, nascem indivíduos conhecidos como ninfas, que são semelhantes aos adultos, porém menores.
O bicho-pau sul-americano é uma das maiores espécies de bicho-pau conhecidas. Não está ameaçado de extinção.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Peixe Piloto

Imagem retirada de "O Mundo dos Animais", Editora Nova Cultural


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Perciformes
Família: Carangidae
Gênero: Naucrates
Espécie: Nacrautes ductor

Este peixe é encontrado no Atlântico Ocidental, do Canadá à Argentina, da Noruega até a Namíbia, inclusive Mar Mediterrâneo, Ilhas Canárias e Galápagos.
Vive em pequenos grupos. É conhecido por nadar sempre nas proximidades grandes animais marinhos como tubarões, raias e tartarugas. Alimenta-se basicamente de restos de alimentos. Come também os parasitas que vivem nos corpos dos outros animais marinhos. Os jovens vivem próximos a animais como águas-vivas. É um peixe ovíparo. Os ovos flutuam pelo mar e são levados pelas correntes oceânicas.
Recebeu seu nome popular porque, no passado, acreditava-se que guiava grandes predadores até o alimento.
O peixe piloto não está ameaçado de extinção.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Raposinha do Campo

Foto tirada no Zoológico de Sorocaba. Clique na foto para vê-la melhor.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Mamíferos
Ordem: Carnivora
Família: Canidae
Gênero: Lycalopex
Espécie: Lycalopex vetulus

A raposinha do campo é endêmica do Brasil. Seu habitat é o cerrado.
É mais ativa durante o crepúsculo e durante a noite. Durante o dia, costuma descansar em tocas abandonadas por outros animais. Normalmente não é agressiva, mas costuma ser bem territorial. Alimenta-se de cupins e outros insetos, frutas, roedores e ovos.
A reprodução ocorre no final do outono. Forma casais fixos para a vida inteira. A fêmea dá à luz de 2 a 4 filhotes após uma gestação de 60 dias. Normalmente, utiliza-se de tocas abandonadas por outros animais. Os cuidados parentais são pouco estudados. Sua longevidade é desconhecida.
A raposinha do campo é importante para o controle biológico de cupins e de roedores. Muitas vezes, é acusada de atacar aves domésticas. Não está ameaçada de extinção.

domingo, 3 de dezembro de 2017

Paratelmatobius lutzii

Imagem retirada da revista "Ciência Hoje das Crianças"

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Anfíbios
Ordem: Anura
Família: Leptodactylidae
Gênero: Paratelmatobius
Espécie: Paratelmatobius lutzii

Esta pequena rã é endêmica do Brasil. Seu habitat são os ambientes úmidos em regiões montanhosas.
Foi encontrada apenas na Serra da Mantiqueira, na divisa dos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Vive em locais onde há muitas pedras e musgos. Não se sabe praticamente nada sobre seus hábitos reprodutivos, seu canto e seu desenvolvimento. Foi descrita apenas uma fêmea da espécie.
Não são coletados dados desde 1978. Os cientistas acreditam que a rã Paratelmatobius lutzii não esteja extinta, mas criticamente ameaçada de extinção. Acredita-se que as principais causas de seu declínio sejam a destruição do habitat.


sábado, 2 de dezembro de 2017

Faisão Dourado

Para conhecer um parente próximo, clique aqui.

Imagem retirada de "O Fascinante Mundo Animal", IMP Online

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Aves
Ordem: Galliformes
Família: Phasianidae
Gênero: Chrysolophus
Espécie: Chrysolophus pictus

Esta bela ave é nativa da China. Foi introduzida em outras partes do mundo como ave de caça. Seu habitat são as áreas de vegetação densa e rasteira.
O faisão prateado é diurno.Vive em casais ou em pequenos grupos. Apesar de voar bem, passa a maior parte do tempo no chão procurando comida. Suas patas são bem adaptadas para ciscar. Alimenta-se de sementes, frutas, folhas, brotos, flores e insetos. À noite, o faisão se empoleira nos galhos das árvores para dormir.
A reprodução ocorre de julho a setembro. Nessa época, os machos exibem uma bela plumagem para atrair a atenção das fêmeas. O ninho é construído em meio à vegetação rasteira. São postos de 5 a 12 ovos, com período de incubação de 22 dias. A fêmea cuida, sozinha, dos filhotes, que se tornam adultos por volta de um ano de idade. A expectativa de vida é de cerca de 5 anos.
O faisão dourado não está ameaçado de extinção.

Curiosidades:
  • Alguns historiadores acreditam que o faisão dourado tenha servido de inspiração para a criação da ave lendária fênix. As cores das penas do faisão dourado e da fênix são muito semelhantes.



sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Jabuti Gigante de Aldabra

Foto tirada no Zoológico de São Paulo.


Classificação: 
Filo: Cordados
Classe: Répteis
Ordem: Testudines
Família: Testudinidae
Gênero: Dipsochelys
Espécie: Dipsochelys dussumieri

Esta espécie de jabuti é endêmica da ilha de Aldabra, no arquipélago das Seycheles, próximo à Madagascar, na África. Seu habitat são as florestas secas, mangues, praias e áreas abertas.
É mais ativo durante o período da manhã. É um animal essencialmente vegetariano. Alimenta-se basicamente de frutas e ervas. Ocasionalmente, come insetos e carniça. É nômade. Desloca-se conforme suas necessidades de alimento.
A reprodução ocorre de fevereiro a maio. Um macho pode se acasalar com várias fêmeas. A mãe põe de 4 a 25 ovos, com período de incubação de 110 a 245, dependendo da temperatura ambiente. Em temperaturas mais altas, os ovos costumam eclodir mais depressa. Não há cuidado parental envolvido. 
Assim que nascem, os filhotes são independentes. O crescimento é lento. Tornam-se adultos por volta dos 25 anos de idade. A expectativa de vida é de mais de 100 anos.
O jabuti gigante de Aldabra já foi muito caçado pela sua carne e seus ovos. Programas de reprodução foram introduzidos. Hoje em dia, sua população é estável, mas ainda é considerada uma espécie vulnerável.  

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Barata de Madagascar

Foto tirada no Zoológico de São Paulo.


Classificação:
Filo: Artrópodes
Classe: Insecta
Ordem: Blattodea
Família: Blaberidae
Gênero: Gromphadorhina
Espécie: Gromphadorhina portentosa

Como o nome popular sugere, este inseto é endêmico de Madagascar. Seu habitat são as florestas tropicais da ilha.
Normalmente, a barata de Madagascar é encontrada sob a matéria orgânica do chão da floresta. É noturna e procura evitar exposição à luz.Os machos são particularmente agressivos com aqueles que invadem seu território. É um animal detritívoro, ou seja, alimenta-se matéria orgânica (vegetal ou animal) morta.
A reprodução pode ocorrer durante todo o ano. O macho corteja a fêmea emitindo sons específicos e movimentando suas antenas. Além disso, defende ferozmente seu território de seus rivais. A fêmea põe de 15 a 40 ovos por vez. A fêmea protege os ovos até que eles choquem. A incubação dura cerca de dois meses. Dos ovos, nascem indivíduos conhecidos como ninfas. Sua metamorfose é incompleta. Tornam-se adultas por volta dos 7 meses. A expectativa de vida é de 5 anos.
A barata de Madagascar é importante para a reciclagem de materiais na floresta. Em alguns países,  é criada como animal de estimação. Não está ameaçada de extinção.