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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Coruja Morepork

Mais uma postagem da série “Aves da Nova Zelândia”....
 
Imagem retirada da Internet

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Aves
Ordem: Strigiformes
Família: Strigidae
Gênero: Ninox
Espécie: Ninox novaeseelandiae

Esta espécie de coruja é endêmica da Nova Zelândia. Seu habitat são as florestas, parques e jardins.
É uma ave territorial. Pode voar elegante e silenciosamente. Alimenta-se de pequenos mamíferos, insetos e pequenas aves. Sua dieta pode variar conforme a época do ano.
A reprodução ocorre na primavera e no verão. Faz seu ninho em uma cavidade numa árvore. São postos até 3 ovos por vez, com período de incubação de 25 dias. Apenas a fêmea participa da incubação. Ambos os pais participam da criação dos filhotes.
A coruja morepork não está ameaçada de extinção.


terça-feira, 9 de maio de 2017

Kakã

Mais uma postagem da série “Aves da Nova Zelândia”....
 
Imagem retirada da Internet
Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Aves
Ordem: Psittaciformes
Família: Psittacidae
Gênero: Nestor
Espécie: Nestor meridionalis

Esta espécie de papagaio é encontrada na Nova Zelândia e ilhas próximas. Seu habitat são as florestas.
O kakã vive em pequenos grupos. Obtém praticamente todo seu alimento nas árvores. Chega a voar muitos quilômetros à procura de alimento. É onívoro. Alimenta-se de frutas, sementes, néctar de flores e larvas de insetos.
Reproduz-se na primavera e no verão. Faz seu ninho em cavidades em árvores. São postos 4 ovos por vez. Os filhotes são cuidados exclusivamente pela mãe. O macho alimenta a fêmea durante o período de criação dos filhotes.
O kakã está em extinção devido à competição com espécies introduzidas pelo homem.


segunda-feira, 8 de maio de 2017

Kea

Mais uma postagem da série “Aves da Nova Zelândia”....
 
Imagem retirada de "O Mundo dos Animais", Editora Nova Cultural
Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Aves
Ordem: Psittaciformes
Família: Psittacidae
Gênero: Nestor
Espécie: Nestor notabilis

Também conhecido como papagaio das montanhas, o kea é endêmico da Nova Zelândia. Seu habitat são as florestas das montanhas. É encontrado apenas na maior ilha da Nova Zelândia, a Ilha Sul. 
É um animal social e bem inteligente. Vive em grupos de 40 indivíduos. Todos os animais de um grupo seguem uma hierarquia. Muitas vezes, os keas são vistos fazendo “travessuras” com objetos utilizados pelo homem. São diurnos e bem oportunistas. Onívoros, alimentam-se de frutas, raízes, flores, flores, pequenos mamíferos e moluscos. Não é raro se aproveitarem de restos de comida humanos. Não desprezam carniça.
Reproduz-se de julho a janeiro. Os machos lutam entre si pelo direito de acasalar com a fêmea. É a fêmea quem toma iniciativa no acasalamento. São postos de dois a quatro ovos, com período de incubação de três semanas. Durante a incubação, a fêmea dificilmente sai do ninho, sendo alimentada pelo macho. Os filhotes são independentes aos 13 meses de idade, tornando-se adultos por volta dos 3 anos de idade. A expectativa de vida na natureza é desconhecida, podendo viver aproximadamente 14 anos em cativeiro.
O kea ameaçado de extinção devido à caça indiscriminada.


domingo, 7 de maio de 2017

Kakapo

Começando hoje uma nova série, intitulada “Aves da Nova Zelândia”....
 
Imagem retirada de "O Fascinante Mundo Animal", IMP Online
Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Aves
Ordem: Psittaciformes
Família: Psittacidae
Gênero: Strigops
Espécie: Strigops habroptila

Também conhecido como papagaio noturno, o kakapo é endêmico da Nova Zelândia. Seu habitat são as florestas temperadas do país.
Como sugere o nome popular, é um animal noturno. É uma ave bem atípica, não consegue voar. O kakapo passa boa parte do tempo no chão. É um exímio escalador. Consegue escalar árvores com desenvoltura. Alimenta-se de frutas, raízes, flores, flores e fungos.
Reproduz-se de dois em dois anos, normalmente de dezembro a março. O ninho é construído sob as rochas ou abaixo das raízes de uma árvore. São postos um ou dois ovos, com período de incubação de 30 dias. É a fêmea que se encarrega da incubação dos ovos e da criação dos filhotes. Estes tornam-se adultos entre 9 a 12 anos de idade. A expectativa de vida é de 45 a 60 anos.
O kakapo está criticamente ameaçado de extinção devido à destruição de seu habitat e competição com espécies exóticas introduzidas.


sábado, 6 de maio de 2017

Salamandra Marmorizada

Postagem com dados e imagem atualizados.
Imagem retirada de "O Mundo dos Animais", Editora Nova Cultural

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Anfíbios
Ordem: Caudata
Família: Ambystomatidae
Gênero: Ambystoma
Espécie: Ambystoma opacum

A salamandra marmorizada é endêmica dos Estados Unidos. Seu habitat são as áreas alagadas, pântanos e córregos.
Normalmente, é encontra perto da água. Gosta de locais úmidos. Passa boa parte embaixo de folhas caídas ou debaixo da terra. Alimenta-se de pequenos invertebrados, como vermes, crustáceos, insetos e moluscos. Come também zooplâncton.
A reprodução ocorre no final do verão. O macho corteja a fêmea fazendo movimentos circulares em torno dela. A fêmea põe cerca de 100 ovos na terra úmida. Normalmente, no local da postura dos ovos anteriormente existia água. Geralmente, este local se encherá de água na estação chuvosa seguinte. Quando a água estiver disponível, provavelmente as larvas eclodirão dos ovos. As larvas tornam-se adultas por volta dos dois anos de idade. A expectativa de vida é de cerca de 4 anos.
A salamandra marmorizada não está ameaçada de extinção.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Píton Indiana

Foto tirada no Zoológico de Sorocaba.


Classificação: 
Filo: Cordados
Classe: Répteis
Ordem: Squamata
Família: Boidae
Gênero: Python
Espécie: Python molurus

A píton indiana não é encontrada apenas na Índia, mas também no Paquistão, Butão,  Vietnã, China, Indonésia e Sri Lanka. Seu habitat são as florestas, vales, formações rochosas, próximo a rios e pântanos.
É um animal solitário. Esta cobra é uma ótima escaladora e nadadora. Alimenta-se basicamente de roedores e outros pequenos mamíferos. Come também aves, anfíbios e répteis. Normalmente, mata suas presas por sufocamento. Costuma hibernar durante os meses mais frios do ano.
As fêmeas são maiores que os machos. Cada fêmea pode pôr até 100 ovos por vez. O tempo de incubação dos ovos é de aproximadamente 3 meses. Os filhotes são independentes desde o momento em que nascem. Tornam-se adultos por volta dos dois anos de idade. A expectativa de vida é de cerca de 15 anos.
A píton indiana é muito apreciada com animal de estimação. Não está ameaçada de extinção.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Équidna de Focinho Curto

Imagem retirada de "O Mundo dos Animais", Editora Nova Cultural

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Mamíferos
Ordem: Monotremata
Família: Tachyglossidae
Gênero: Tachyglossus
Espécie: Tachyglossus aculeatus

A exemplo do ornitorrinco, a équidna é um mamífero que põe ovos. É encontrada na Austrália e na Tasmânia. Seu habitat são as florestas, montanhas, desertos e áreas cultivadas.
Seu corpo é coberto por espinhos que constituem uma ótima proteção contra inimigos naturais. Possui fortes garras com as quais pode facilmente cavar buracos. A équidna tem hábitos noturnos. Durante o dia, fica escondida no interior de tocas cavadas na terra. Usa sua língua comprida e pegajosa para capturar seu alimento, que inclui formigas e cupins. Hiberna em uma toca, do início do outono até o final da primavera.
A reprodução ocorre de junho a agosto. A fêmea é cortejada por vários machos durante essa época. Porém, forma casais fixos durante o período reprodutivo. A fêmea põe um único ovo que é incubado em uma pequena bolsa no abdomen. Após 7 a 11 dias, o filhote nasce e fica protegido dentro da bolsa abdominal. Ele lambe o leite produzido por glândulas no interior da bolsa. O filhote torna-se independente com cerca de 6 meses de vida, tornando-se adulto com um ano e meio de idade. A expectativa de vida é de 45 anos.
A équidna de focinho curto não está ameaçada de extinção.

Curiosidades:

  • De acordo com lendas dos nativos aborígeres da Austrália, um guerreiro havia traído sua tribo e foi perseguido pelos ex-companheiros. O guerreiro levou várias flechadas e ficou com o corpo coberto de flechas. Escondendo-se em um buraco, dormiu. Quando acordou, tinha se transformado em uma équidna.