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domingo, 15 de outubro de 2017

Barbudinho

Imagem retirada do jornal "Folha de São Paulo", 27/07/2017


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Rhynchocyclidae
Gênero: Phylloscartes 
Espécie: Phylloscartes eximius

Este pássaro é encontrado no Brasil, Paraguai e Argentina. Seu habitat são as florestas.
Prefere viver próximo a riachos e lagos. Vive sozinho ou aos pares. Alimenta-se basicamente de pequenos insetos.
Pouco se conhece sobre seus hábitos reprodutivos. Sabe-se que constrói seu ninho com musgos e teias de aranha. É um ninho fechado, com um pequena abertura na porção superior.
O barbudinho ainda não está ameaçado de extinção, mas destruição de seu habitat pode comprometer a espécie, num futuro próximo. Além disso, é uma ave pouco conhecida.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Jararaca Boca de Sapo

Foto tirada no Zoológico de Sorocaba.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Répteis
Ordem: Squamata
Família: Viperidae
Gênero: Bothrops
Espécie: Bothrops matogrossensis

A jararaca boca de sapo é encontrada no Brasil, Bolívia e Paraguai. Seu habitat são as florestas.
Pode ser encontrada tanto no solo da floresta, quanto em árvores. Sua coloração lhe permite uma excelente camuflagem. É um réptil noturno. Alimenta-se basicamente de pequenos vertebrados, que localiza pelo olfato.
É uma serpente vivípara. Seus filhotes possuem o veneno mais concentrado do que os adultos.
É considerada uma das serpentes mais perigosas do país. É responsável por grande parte dos acidentes causados por serpentes peçonhentas, no Brasil. 

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Megophrys nasuta

Foto fornecida pela amiga Mitico Kobayashi. 

O nome em inglês do animal de hoje é "Borneo horned toad", o que significa "sapo de chifre de Bornéu", em tradução livre.


Classificação: 
Filo: Cordados
Classe: Anfíbios
Ordem: Anura
Família: Megophryidae
Gênero: Megophrys
Espécie: Megophrys nasuta

Este sapo é encontrado desde a Tailândia até Sumatra. Seu habitat são as florestas e riachos.
Prefere viver em ambientes úmidos e frescos. É um animal bem reservado. Passa boa parte do tempo escondido embaixo de folhas caídas. Porém, é um feroz predador de emboscada. Alimenta-se pequenos lagartos e roedores, aranhas e sapos menores.
Pouco se sabe sobre seus hábitos reprodutivos. O que é conhecido foi documentado em exemplares que viviam em cativeiro. As fêmeas põem seus ovos na água e estes aderem à vegetação aquática ou a troncos flutuantes. Os ovos formam uma massa gelatinosa. Dos ovos nascem girinos, que sofrem metamorfose até se tornarem adultos.
O sapo Megophrys nasuta não está ameaçado de extinção.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Grilo Japonês

Imagem retirada da Internet
Classificação:
Filo: Artrópodes
Classe: Insecta
Ordem: Orthoptera
Família: Gryllidae
Gênero: Homoeogryllus
Espécie: Homoeogryllus japonicus

Este inseto é endêmico do Japão. É encontrado principalmente nas ilhas de Honshu e Kyushu. Seu habitat são as florestas.
Normalmente é encontrado em árvores ou embaixo de folhas caídas. Apesar de possuir asas, voa mal e prefere deslocar-se aos saltos. É um animal noturno e onívoro. Alimenta-se de restos de plantas, de animais e de fungos. Na época da reprodução, as fêmeas costumam comer uma porção extra de comida, para auxiliar na produção de ovos.
 É muito conhecido no Japão pelo seu "canto". O som é produzido pela vibração de suas asas. Apenas o machos cantam.

Curiosidades:
No Japão, é conhecido como "suzumuchi"(スズム). Desde os tempos budistas, era colocado em pequenas "gaiolas" feitas de bambu para seu canto fosse apreciado.

domingo, 8 de outubro de 2017

Gavião Caramujeiro

Foto fornecida pelo biólogo Rodrigo Milan.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Aves
Ordem: Accipitriformes
Família: Accipitridae
Gênero: Rosthramus
Espécie: Rosthramus sociabilis

Esta ave é encontrada em boa parte da América, desde os Estados Unidos, passando pelo Brasil, até o Uruguai. Seu habitat são os brejos, lagoas e áreas alagadas.
É uma ave social. Seu nome popular deriva do costume altamente especializado em alimentar-se exclusivamente de caramujos. Captura seu alimento na água. Costuma migrar conforme a disponibilidade de alimento.
Faz seu ninho nas árvores ou arbustos próximos à água. Pode formar colônias. A fêmea põe de 2 a 3 ovos.
O gavião caramujeiro não está ameaçado de extinção.

sábado, 7 de outubro de 2017

Peixe Gatilho Palhaço

Começando hoje, uma enquete (que durará até o fim o mês) para decidir o centésimo peixe do blog. Para votar, é mais indicado usar computador ou tablet. Votem no seu tubarão favorito! Aproveitando a deixa, postagens com imagens atualizadas: tubarão limão, piranha vermelha e tubarão galha-branca de recife.
Imagem retirada de "O Mundo dos Animais", Editora Nova Cultural

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Tetraodontiformes
Família: Balistidae
Gênero: Balistides
Espécie: Balistides conspicillum

Este belo peixe é encontrado no Oceano Pacífico, desde a África até a Indonésia, Japão e Austrália. Seu habitat é próximo à costa e nos recifes de coral.
É um peixe solitário. Nada lentamente. Muitas vezes, para fugir dos predadores, entra em pequenas fendas, onde fica difícil tirá-lo, pois fica preso por extensões de suas barbatanas dorsais. Alimenta-se de caranguejos, ouriços-do-mar, pequenos crustáceos e outros pequenos invertebrados marinhos.
A reprodução ocorre nos recifes de coral.
O peixe gatilho palhaço é muito apreciado como peixe de aquário. Não está ameaçado de extinção. Sua carne é venenosa.


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Lagartixa Branca da Areia

Imagem retirada da revista "Ciência Hoje das Crianças"

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Répteis
Ordem: Squamata
Família: Liolaemidae
Gênero: Liolaemus
Espécie: Liolaemus lutzae

Esta espécie de lagartixa é endêmica do Brasil, sendo encontrada apenas no estado do Rio de Janeiro. Seu habitat são as praias e restingas.
Como sugere o nome popular, normalmente é encontrada na areia. A cor de seu corpo facilita a camuflagem. Tem hábitos diurnos. À noite, descansa em tocas cavadas na areia. Alimenta-se basicamente de pequenos insetos e aranhas. Complementa sua dieta com flores e folhas encontradas na praia.
A reprodução ocorre no verão. A fêmea põe de 1 a 4 ovos. Os filhotes podem nascer de dezembro a março.
Infelizmente, a lagartixa branca da areia está ameaçada de extinção devido à destruição de seu habitat.