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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Mergulhão Grande

Foto fornecida pelo biólogo Rodrigo Milan.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Aves
Ordem: Podicipediformes
Família: Podicipedidae
Gênero: Podiceps
Espécie: Podiceps major

O mergulhão grande é encontrado no Chile, Uruguai, Paraguai, Peru e Brasil. Seu habitat são os estuários, grandes lagos e a orla marítima.
Vive em pares ou pequenos grupos. Mergulha com desenvoltura na água. Em terra, move-se desajeitadamente. Alimenta-se principalmente de peixes. Complementa sua dieta com anfíbios, plantas aquáticas e insetos.
A reprodução ocorre de outubro a novembro. Nidifica em pequenas colônias. O ninho é uma plataforma flutuante, feita de plantas aquáticas, construída pelo casal. A fêmea põe de 3 a 6 ovos, que são incubados pelo casal por 26 a 30 dias. Ambos os pais se encarregam da criação dos filhotes. Nos primeiros dias de vida, os filhotes são carregados nas costas da mãe.
O mergulhão grande não está ameaçado de extinção.

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Raia Águia Comum

Postagens com imagens atualizadas: raia torpedo e poraquê.

Imagem retirada de "O Mundo dos Animais", Editora Nova Cultural

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Chondrichthyes
Ordem: Myliobatiformes
Família: Myliobatidae
Gênero: Myliobatis
Espécie: Myliobatis aquila

Conhecida também como ratão-águia, esta espécie de raia é encontrada principalmente no Oceano Atlântico que banha a Ilha da Madeira, Ilhas Canárias, Irlanda, Ilhas Britânicas e África do Sul. Seu habitat são as baías e estuários.
É um peixe que nada próximo ao fundo arenoso. Possui dentes usados para mastigar suas presas, que incluem crustáceos, moluscos e pequenos peixes. É ovovivípara. A mãe dá à luz a 3 a 7 filhotes, após uma gestação de 6 a 8 meses.
A raia águia comum não é um peixe importante na pesca comercial. Não há dados consistentes quanto ao seu estado de conservação em natureza.

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Asterias forbesi

Não esqueçam de clicar nos hiperlinks do texto para mais informações.

Imagem retirada da Internet
Classificação:
Filo: Equinodermas
Classe: Asteroidea
Ordem: Forcipulatida
Família: Asteriidae
Gênero: Asterias
Espécie: Asterias forbesi

A estrela do mar Asterias forbesi é encontrada nos Estados Unidos e México, em áreas banhadas pelo Oceano Atlântico. Seu habitat são as áreas costeiras.
Normalmente, move-se lentamente pelo leito oceânico. É um animal carnívoro. Alimenta-se de outros invertebrados marinhos, como vermes, ouriços do mar, crustáceos e moluscos.
Possui sexos separados. Cada fêmea põe cerca de 2,5 milhões de ovos por vez. Dos ovos nascem larvas com simetria bilateral, que são planctônicas. Após uma metamorfose de cerca de 3 semanas, tornam-se adultos, que possuem simetria radial.
A estreal do mar Asterias forbesi não está ameaçada de extinção.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Urosaurus ornatus

O nome em inglês deste lagarto é "tree lizard", o que significa "lagarto arborícola", em tradução livre.

Imagem retirada da Internet
Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Répteis
Ordem: Squamata
Família: Phrynosomatidae
Gênero: Urosaurus
Espécie: Urosaurus ornatus

Esta espécie de lagarto é encontrado nos Estados Unidos e México. Seu habitat são as florestas próximas a rios.
Seu território não é muito grande. Muitas vezes, convive com vários indivíduos da mesma espécie ou de outras espécies. Porém, os indivíduos maiores costumam exercer dominância sobre os menores. Costuma subir em árvores para se proteger dos predadores. É mais ativo no final da tarde. Carnívoro. Alimenta-se de aranhas, insetos e suas larvas.
A reprodução ocorre de março a agosto. Não forma casais fixos. Tanto machos quanto fêmeas podem ter vários parceiros. Cada fêmea põe de 2 a 13 ovos, com período de incubação de aproximadamente 50 dias. Os ovos são postos sob as rochas ou no solo. As fêmeas protegem ferozmente os ovos durante a incubação. Após esse período, não há cuidado parental envolvido. Os filhotes tornam-se adultos com cerca de um ano de idade. A expectativa de vida de 3 anos.
O lagarto Urosaurus ornatus é importante para o controle biológico da população de insetos. Não está ameaçado de extinção.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Sanhaçu de Fogo

Imagem retirada do jornal "Folha de São Paulo", 01/01/2018

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Cardinalidae
Gênero: Piranga
Espécie: Piranga flava

Esta ave é encontrada nas Guianas e no Brasil. Seu habitat são o cerrado, as matas e as florestas de eucalipto.
Voa muito bem. Costuma pousar nos galhos mais altos das árvores. Alimenta-se de insetos, frutas, folhas, flores e néctar.
A reprodução pode ocorrer durante todo o ano. Apresenta dimorfismo sexual. O macho possui plumagem vermelha e a fêmea plumagem amarela. A fêmea põe de 2 a 5 ovos, com período de incubação de 12 a 16 dias. A mãe incuba os ovos sozinha. Algumas vezes, o sanhaçu de fogo pode incubar ovos de parasitas de ninho, que são aves que se utilizam de ninhos de outras aves para incubar os ovos.
O sanhaçu de fogo não está ameaçado de extinção.

domingo, 28 de janeiro de 2018

Sapo de Kihansi

Imagem retirada da Internet

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Anfíbios
Ordem: Anura
Família: Bufonidae
Gênero: Nectophrynoides
Espécie: Nectophrynoides asperginis

O sapo de Kihansi é encontrado apenas nas cataratas do rio Kihansi, na Tanzânia.
É um animal diurno.Vive em ambientes úmidos, próximo às pedras cobertas de musgo. Alimenta-se basicamente de pequenos artrópodes, como moscas, ácaros e larvas.
É uma espécie ovovivípara, ou seja, a fêmea dá à luz a filhotes já formados. Não há o estágio de girino.
Foi descoberto apenas em 1996. Em meados de 2004, foram vistos os últimos exemplares selvagens. Em 2009, o sapo foi declarado extinto na natureza. A principal causa de seu declínio foi a construção de uma barragem no Rio Kihansi para a produção de energia. Isso destruiu o ambiente natural dos animais. Em 2000, foi feita uma coleta de cerca de 500 indivíduos selvagens, na natureza, para tentar sua reprodução em cativeiro. Traçaram-se planos para sua posterior reintrodução na natureza.  O projeto de reintrodução foi uma parceria entre o governo da Tanzânia e dos Estados Unidos. Grande parte dos sapos de Kihansi foram criados com sucesso nos Zoológicos do Bronx e Toledo, em Nova York. Em 2012, começou o trabalho de reintrodução dos sapos na Tanzânia. Cerca de 2500 animais foram soltos no rio Kihansi.  Até hoje,  o sapo de Kihansi continua sendo monitorado pelos biólogos da Tanzânia.


sábado, 27 de janeiro de 2018

Lagarto Rabo de Macaco

Apresentando o resultado da enquete dos crocodilianos, a fim de decidir o centésimo réptil do blog. Foram 8 votos no total. O crocodilo do pântano, o aligátor americano e o jacaré coroa receberam um voto cada um. O vencedor , que recebeu cinco votos, foi o crocodilo do Nilo. Ele será o centésimo réptil, numa postagem especial. Obrigado a todos que votaram na enquete.

Foto tirada no Zoológico de São Paulo. Clique na foto para visualizá-la melhor.


Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Répteis
Ordem: Squamata
Família: Scincidae
Gênero: Corucia
Espécie: Corucia zebrata

O lagarto rabo de macaco é endêmico das Ilhas Salomão, na Indonésia. Seu habitat são as florestas tropicais.
É um animal essencialmente arborícola. Sua cauda é preênsil. É herbívoro. Alimenta-se de folhas, frutos, flores e brotos.
É uma espécie vivípara. A mãe dá à luz a geralmente um filhote, após uma gestação de 6 a 8 meses. Já foram observados nascimento de 2 a 3 filhotes. O crescimento dos filhotes é lento. Por isso, acredita-se que pode tornar-se uma espécie em extinção num futuro próximo. A expectativa de vida é de cerca de 24 anos em cativeiro.