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domingo, 19 de julho de 2015

Papagaio de Peito Roxo

Esta postagem é em referência a um estudo recentemente publicado a respeito da ave. Clique aqui para ler a reportagem.

Imagem retirada da Internet
Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Aves
Ordem: Psittaciformes
Família: Psittacidae
Gênero: Amazona
Espécie: Amazona vinacea

Esta espécie de papagaio é encontrada no Sudeste e Sul do Brasil, oeste do Paraguai e nordeste da Argentina. Seu habitat são as matas secas, pinheirais e orlas de capões.
Vive em bandos. É uma ave frugívora, ou seja, alimenta-se principalmente de frutos, mas pode se alimentar também de sementes.  
A ave torna-se adulta por volta dos dois anos de idade. A espécie não possui dimorfismo sexual. A reprodução ocorre de agosto a dezembro. O casal faz seu ninho num tronco oco de uma árvore, onde a fêmea põe dois ovos que são incubados em cerca de 30 dias. A longevidade do papagaio de peito roxo é de cerca de 30 anos.
Infelizmente, o papagaio de peito roxo está ameaçado de extinção devido à caça e diminuição de seus locais de nidificação.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Tartaruga Mordedora

Imagem retirada de "O Fascinante Mundo Animal", IMP Online

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Répteis
Ordem: Testudines
Família: Chelydridae
Gênero: Chelydra
Espécie: Chelydra serpentina

Essa espécie de tartaruga é encontrada no sudeste do Canadá, metade leste dos Estados Unidos, América Central e noroeste da América do Sul. Seu habitat são os rios e pântanos. 
É um voraz predador de hábitos noturnos. Fica escondida na lama esperando uma potencial presa se aproximar. Usa sua mandíbula afiada para abocanhar suas presas, que incluem peixes, rãs, insetos, pequenas cobras e até tartarugas menores. Há casos registrados de canibalismo na espécie. Pode-se dizer que come praticamente tudo que couber em sua boca.
A reprodução ocorre de abril a maio. A fêmea procura um local aberto, ensolarado e  arenoso para cavar seu ninho e pôr seus ovos. Depois de colocar de 20 a 100 ovos, os cobre com terra e regressa à água. O período de incubação varia de 55 a 125, dependendo das condições meteorológicas.  Após quebrarem a casca do ovo, os filhotes emergem da areia em direção à água. O crescimento é lento e a mortalidade dos filhotes é alta. Sua longevidade é de 30 a 40 anos.
A tartaruga mordedora ainda não está ameaçada de extinção, mas caça indiscriminada e destruição do habitat podem comprometê-la num futuro próximo.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Peixe Sapo

Imagem retirada de "O Mundo dos Animais", Editora Nova Cultural

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Osteichthyes
Ordem: Lophiiformes
Família: Antennariidae
Gênero: Antennarius
Espécie: Antennarius striatus

O peixe sapo é encontrado no Atlântico, mais precisamente nos seguintes países: Senegal, Estados Unidos, Bahamas, México e Brasil. Também é encontrado no Indo-pacífico ( Mar Vermelho, Havaí, Japão, Austrália e Nova Zelândia). Seu habitat são os recifes de coral.
Devido à sua cor e estranhas formações cutâneas que lembram plantas, mimetiza quase perfeitamente com o ambiente ao redor. Caça suas presas utilizando como isca o "filamento pescador", uma expansão de sua nadadeira dorsal. Basta agitar sua "isca" para que peixes, moluscos e crustáceos sejam atraídos e rapidamente engolidos. Caso a presa seja muito grande, seu estômago se dilata e toda parte anterior do seu corpo incha. Faixas musculares entre as barbatanas peitorais e pélvicas impedem que seu corpo se rompa.
É um animal ovíparo. A fêmea põe ovos que são dispostos em filamentos gelatinosos que lembram "fitas".
Não há dados suficientes sobre seu estado de conservação em natureza.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Rã da Cordilheira das Cascatas

Imagem retirada Internet
Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Anfíbios
Ordem: Anura
Família: Ranidae
Gênero: Rana
Espécie: Rana cascadae

Esta espécie de rã é encontrada na Cordilheira das Cascatas, que se estende desde Washington até a Columbia Britânica, nos Estados Unidos e parte do Canadá. Seu habitat são os lagos e pântanos das florestas de coníferas e montanhas da região.
É um animal diurno. Move-se rapidamente quando percebe que está em perigo. Alimenta-se basicamente de insetos, aquáticos ou semiaquáticos. Hiberna em tocas cavadas no chão, durante o inverno.
A reprodução ocorre entre março e agosto, dependendo do derretimento das neves. Os machos usam vocalização para atrair suas parceiras. A fêmea põe cerca de 400 ovos. As larvas nascem após 8 a 20 dias. A longevidade da rã da Cordilheira das Cascatas é de cerca de 5 anos. 
Infelizmente, está ameaçada de extinção.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Anu Preto

Posso dizer que a postagem de hoje está relacionada à de ontem.
Imagem retirada da Internet

 Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Aves
Ordem: Cuculiformes
Família: Cuculidae
Gênero: Crotophaga
Espécie: Crotophaga ani

O anu preto é encontrado desde a Flórida, nos EUA, até a Argentina e em todo o Brasil. Seu habitat são as paisagens abertas. É muito visto próximo às estradas.
Gosta de locais úmidos. É bastante social. Vive em grupos. Ocupa territórios coletivos durante todo o ano. Alimenta-se principalmente de gafanhotos, percevejos, aranhas e centopeias. Ocasionalmente come frutas, coquinhos e sementes. Normalmente caça em bandos.
Na época da reprodução, o macho dança para cortejar a fêmea. Ao contrário do anu branco, pode construir ninhos coletivos. Já foram vistos até dez casais utilizando o mesmo ninho e criando os filhotes juntos. Cada fêmea põe de 4 a 7 ovos por vez, com período de incubação de 13 a 16 dias.
Felizmente, o anu preto não está ameaçado de extinção.

Curiosidades:
  • Seu nome significa deriva do grego e do tupi, significando "ave social que se alimenta de carrapatos".

terça-feira, 7 de julho de 2015

Anu Branco

Imagem retirada da Internet

Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Aves
Ordem: Cuculiformes
Família: Cuculidae
Gênero: Guira 
Espécie: Guira guira

O anu branco é encontrado no Brasil, Bolívia, Argentina e Uruguai. Seu habitat são os campos, lavouras e ambientes abertos. É frequentemente encontrado ao longo das estradas.
É uma ave sociável e sempre é encontrada em grupos. Alimenta-se de gafanhotos, percevejos, aranhas e centopeias. Come também lagartas peludas, lagartixas, rãs, camundongos e filhotes de outras aves. Na época da seca, pode se alimentar de frutos, bagas, coquinhos e sementes.
Na época da reprodução, pode fazer ninhos individuais ou coletivos. Uma fêmea que ainda não pôs ovos, pode jogar fora ovos de outras fêmeas ou de outras aves. São postos de 5 a 7 ovos por vez. Os pais nem sempre zelam pelo cuidado com os ovos. Muitas vezes, os abandonam. A mortalidade é alta. Os filhotes deixam o ninho antes de aprender a voar. Frequentemente, ninhos de anu abandonados podem ser reutilizados por outros animais.
O anu branco não está ameaçado de extinção.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Rinoceronte Branco

Créditos da foto à amiga Arlécia Rios.



Classificação:
Filo: Cordados
Classe: Mamíferos
Ordem: Perissodactyla
Família: Rhinocerotidae
Gênero: Ceratotherium
 Espécie:  Ceratotherium simum

O rinoceronte branco é encontrado na África, mais precisamente em Angola, Zâmbia, Moçambique, Zimbábue, Botswana e África do Sul. Seu habitat são as savanas e florestas. Ocasionalmente é encontrado em pântanos e regiões alagadas.
Vive em pequenos grupos e alimenta-se principalmente de gramíneas. É menos agressivo, em comparação aos seus “primos”.
O rinoceronte branco torna-se adulto por volta dos 6 anos de idade. A reprodução normalmente ocorre no verão e no outono. Durante a corte, o casal vocaliza, dá “pancadas” e encosta o chifre um no outro. Após o acasalamento, a fêmea afasta-se do macho. A gestação é de cerca de 515 dias. A mãe dá a luz a apenas um filhote por vez. O filhote é cuidado pela mãe por cerca de 3 anos. A longevidade é de aproximadamente 50 anos.
Infelizmente, o rinoceronte branco está ameaçado de extinção devido à caça ilegal. Seu chifre vale muito dinheiro no “Mercado Negro”.  A medicina oriental tradicional acredita que o chifre tenha poderes terapêuticos.

Curiosidades:
  • O chifre do rinoceronte não é realmente um chifre, mas uma massa de pelos queratinizados rígidos. Sua constituição é semelhante ao cabelo humano.
  • O rinoceronte branco não é branco, mas apenas um pouco mais claro que o rinoceronte negro. Chamá-lo de “branco” foi um mal entendido causado pelos ingleses. Quando estes chegaram à África, escutam  dos nativos a palavra “widje”, que significa "largo". “Widje” teria pronúncia semelhante a “white”, que significa branco, em inglês.